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O longo caminho da água até as torneiras

A água que está nas represas da Dae vem do Rio Jundiaí-Mirim, que nasce na divisa de Jarinu e Campo Limpo Paulista. Sua vazão média é de 400 litros por segundo. Em 1953 foi construído um pequeno reservatório no Horto Florestal para captar água desse rio. A partir dos anos 1960, com a industrialização e crescimento da populçaõ, o rio ficou pequeno para a cidade.

Em 1975, o Departamento de Águas e Energia Elétrica autorizou a Dae buscar água no Rio Atibaia, a partir de Itatiba. De lá, a água é bombeada em duas adutoras (uma de 700 e outra de 1.200 mm), que percorrem 11 quilômetros – então a água é jogada no Rio Jundiaí-Mirim. Isso quando há necessidade.

 

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No final dos anos 1970 e começo dos anos 1980, começou a construção da atual represa de captação. De 1983 a 1988 projetou-se a atual represa de reserva para 5 bilhões de litros. Essa represa começou a ser construída em 1995 e a barragem, com 15 metros de altura, ficou pronta em 1998.
Outras reformas elevaram a capacidade da represa para 8,3 bilhões de litros em 2010. Da represa de captação, a água segue para a Estação de Tratamento de Água no Anhangabaú, e de lá para os reservatórios de bairros e para a rede de distribuição.




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