HomeGeralPolíticaIvan Valente aposta na campanha olho no olho para conquistar eleitor

Ivan Valente aposta na campanha olho no olho para conquistar eleitor

Oposição assumida ao governo Michel Temer, o deputado federal e líder da bancada do PSOL (Partido Socialismo e Liberdade) Ivan Valente busca a reeleição, após ter sido um dos parlamentares mais votados por São Paulo, com quase 170 mil votos em 2014. Em entrevista ao Novo Dia TV, o ex-presidente do partido falou sobre reforma previdenciária, projeto político da legenda e campanha eleitoral.

Diante da descrença do eleitor e da pequena representatividade do PSOL, Valente defende uma campanha olho no olho. “O que existe até aqui como opção para o eleitor são os mesmos que roubaram o Brasil. O PSOL tem a proposta do novo, mas diante da reforma política, com menos tempo na TV e no rádio, além do menor recurso do Fundo Partidário, resta o contato direto com o eleitorado”, diz ele.

O PSOL, que oficializou a pré-candidatura de Guilherme Boulos a presidência, busca continuar fazendo a diferença na política nacional, segundo explica Valente: “Boulos é o nome que representa o partido e todos os movimentos sociais na defesa do que acreditamos ser o projeto político ideal para o Brasil”.

 

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Valente ganhou destaque ao se posicionar contrário à lei que libera os agrotóxicos e a Reforma Trabalhista. “São dois assuntos que interferem diretamente a vida da população. No caso do agrotóxico, o PSOL está buscando assinaturas para um abaixo assinado e pretende lutar até o fim para seu arquivamento; já a reforma é um retrocesso a precarização do trabalho”, afirma.

Membro titular da Comissão Especial da Reforma da Previdência, Valente é uma das principais vozes em oposição à proposta apresentada pelo governo. “Com a justificativa de combater um suposto déficit da previdência e corrigir distorções, a proposta de reforma atinge os mais pobres. O que o governo quer é atender os interesses do mercado, em especial do setor financeiro, ávido em ampliar a venda de planos de previdência privada”, conclui.




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