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A comunicação não-violenta

Olá, pessoa! Neste artigo vou dedicar algumas linhas a um assunto que tem intrigado quem trabalha com desenvolvimento pessoal: a comunicação não-violenta ou, nonviolent communication.

A NVC (no original em inglês) foi desenvolvida e pensada lá na década de 1960 pelo psicólogo Marshall Rosenberg e que consistia em quatro pilares básicos: a observação, o sentimento, a necessidade e o pedido.

Para fugir da teoria, vou explicar como isto se processa no mundo real:

Observação: ao expormos uma ideia, devemos, antes de tudo, verificar o ambiente em que esta ideia será exposta e a quem ela se destina;

Sentimento: analise sempre a reação do outro e, caso perceba que determinado assunto vai magoar alguém sem propósito, mude a sua forma de fazer a exposição;

Necessidade: veja se o assunto precisa ser tratado naquele momento e qual a sua relevância.

Pedido: ao invés de pedir (subvertendo Marshall), experimente propor um objetivo claro. A razão de se trocar o pedido por um objetivo significa dizer que, ao iniciarmos uma comunicação, devemos ser protagonistas da mensagem e não meros ‘pedintes’.

Marshall era um tanto romântico ao tratar este assunto. No entanto, principalmente nos dias de hoje, onde a maior parte das pessoas se considera dona da razão, é interessante abordarmos sobre a CNV (sigla em português) que pode ser uma ferramenta poderosa de autoconhecimento e persuasão.

Resumindo: a CNV nada mais é do que falar o que precisa ser falado, no momento adequado e evitando, sempre que possível, o conflito. Como ele mesmo disse: “a comunicação não-violenta consiste em fazer aquilo que nós já sabemos fazer, mas não fazemos”. É isso.




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