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Shows já terminaram em tragédias

De todas as festas que terminaram em tragédias, a que mais marcou foi certamente a Boate Kiss, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul. No dia 27 de janeiro de 2013 houve incêndio na boate – 242 morreram no lugar, e outras 680 ficaram feridas. Até hoje os donos da boate estão impunes.

Em abril de 2017, um show do cantor Luan Santana terminou com seis feridos, após desabamento de parte do palco. Em 2003, no Jockey Clube do Paraná, em Tarumã, três jovens morreram em consequência de tumulto. O show tinha o título Unidos pela Paz e reunia Raimundos, Natiruts, Tihuana e Charlie Brown Jr. Outras 40 pessoas ficaram feridas, 12 gravemente.

Em fevereiro de 2006, um show da banda mexicana RBD no estacionamento do supermercado Extra, na Capital, terminou com 42 pessoas feridas e três mortas por pisoteamento, após tumulto.

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Em novembro de 2001, um show do Canecão Mineiro, em Belo Horizonte, terminou com sete mortos e 300 feridos. Uma queima de fogos no palco iniciou o fogo e o tumulto. A casa não tinha alvará nem da Prefeitura nem dos Bombeiros.

Em 1997, oito pessoas morreram no final de um show do grupo Raimundos em Santos, no litoral. O palco fora montado na quadra do Clube de Regatas Santista. No lugar, havia 5.974 pessoas que pagaram ingresso – mas a lotação máxima era de 2.600 pessoas. Além dos mortos, houve 60 feridos.




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