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Precisamos falar sobre o autismo

Diferentemente dos esteriótipos de filmes, o autista não é caracterizado por alguns determinados comportamentos. A diversidade de espectros (ou níveis) pode dificultar a identificação precoce por parte da família.

Para esclarecer o assunto, o Centro de Convivência, Cultura, Trabalho e Geração de Renda (Cecco), ligado à Unidade de Gestão de Promoção da Saúde (UGPS), realizou, nesta quarta-feira (18), uma roda de conversa sobre o tema com a participação de médicos, pais e parentes de autistas além de agentes de saúde da cidade.

De acordo com a gerente do Cecco, Fernanda Torres Apolônio, a conversa sobre o autismo é importante para troca de experiências entre as famílias. “Temos grupos de mães autistas na UBS Corrupira, por exemplo. Esse trabalho é desenvolvido na rede para auxiliar no cuidado desses pacientes e até para identificar, a partir das mães, as melhorias para o acolhimento dos filhos”, argumenta.

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A médica clínica geral Mariza Calderia Salvatierra Leal só identificou que o filho tinha autismo após ele ter completado um ano.

“Até então, ele crescia normalmente, sorria, tinha começado a andar e a falar as primeiras palavras. As pessoas não entendem o autismo. Por isso é importante falar do assunto para esclarecer, para que todos tenham conhecimento e, encaminhar para o atendimento médico. A estimulação do autista é fundamental para o desenvolvimento”, comenta.




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