HomeGeralResultados de 2017 mostram que a DAE se supera

Resultados de 2017 mostram que a DAE se supera

Principal foi a outorga de captação de água do Rio Atibaia por mais dez anos; cidade estava sem ela desde abril de 2016

Alguns números da DAE S/A mostram que a empresa não se prende à obrigação pura e simples de fornecer água à população. No ano passado, uma das ações mais importantes foi a renovação da outorga (uma espécie de autorização oficial) para continuar retirando água do Rio Atibaia nos próximos dez anos. E Jundiaí estava sem essa outorga desde abril de 2016.

Explicando: no Rio Atibaia há uma estação de captação de água. Essa água é bombeada e levada por adutora até o Rio Jundiaí-Mirim, que abastece a represa da DAE no Horto Florestal. Não faltou água nem nos piores momentos da crise – em 2017 a empresa entregou aos jundiaienses 45 milhões de metros cúbicos de água, ou 45 bilhões de litros.

Também no ano passado 35 milhões de metros cúbicos de esgotos foram tratados e devolvidos limpos aos rios. E também foi em 2017 que a DAE, junto com a Prefeitura, elaborou o Plano Municipal de Saneamento Básico, que pode ser visto em https://goo.gl/phFqXW.

O plano já foi aprovado pela Câmara e agora é lei. Ele consolida o planejamento do abastecimento de água, esgoto sanitário, gestão de resíduos sólidos e cuidado com as águas pluviais (águas de chuva).

“Temos como objetivo entregar água de qualidade cada vez maior, afirma o presidente da DAE, Eduardo Palhares. Além disso, ampliamos as redes de água e esgoto, reforçamos a manutenção, diminuimos o índice de perda de água tratada, reduzimos a inadimplência e procuramos atender o cidadão com máxima eficiência”.

A DAE tem duas gerências para cuidar de vazamentos de água, desobstrução de esgoto, reparos de asfalto e caixas de inspeção e reposição de calçadas. *isso é só de água Em 2017 foram 8.200 atendimentos – a maioria de reparos de vazamentos de água. Conserto de asfalto ficou em segundo lugar – 2.131 serviços foram feitos. No ano passado, 66 mil clientes resolveram seus problemas nos postos de atendimento da DAE. Pelo telefone 0800, foram 126 mil atendimentos.

A instalação de válvulas redutoras de pressão e a criação de distritos de medição e controle em diversos pontos da cidade ajudou muito no controle de perdas de água tratada. Alguns lugares receberam estações pitométricas, que aferem o medidor de cada região. A troca de hidrômetros também foi iniciada – há previsão de substituição de 20 mil deles até setembro.

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As represas – uma de captação e outra de acumulação – também estão sendo limpas, depois que os técnicos avaliaram a necessidade em função do excesso de plantas macrófitas. O serviço já está quase na metade. Isso na represa de acumulação. Na de captação, foi preciso construir um dique de terra, atravessando-a. Nos próximos meses a obra deve ser concluída. 

A água é de graça, mas é cobrado o trabalho de tratamento e distribuição. Em 2017, o calote nas contas ficou em 4,3%. Em dezembro de 2016 o calote era de R$ 36,7 milhões. Com campanhas e mutirões de conciliação, a DAE recuperou quase dez milhões de reais.

“A DAE precisa que todos paguem suas contas porque o dinheiro é investido sempre em melhorias, continua Palhares. Prova maior é Jundiaí não tem falta de água e um excelente abastecimento, noticiado pela imprensa de todo o Brasil”, conclui.




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