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Zé Roberto pede para Alckmin intervir na hemodiálise

Centro foi aberto há dez meses, mas Diretoria de Saúde do Estado não dá alvará, e quem paga o pato são os renais crônicos

 O prefeito José Roberto de Assis encaminhou pedido ao governador Geraldo Alckmin para intervenção e que o Centro de Hemodiálise implantado de Campo Limpo, aberto no início de 2016, entre enfim em funcionamento.

No documento, Zé Roberto diz que o impasse foi criado pela burocracia e insensibilidade dos responsáveis pela Diretoria Regional de Saúde-7, de Campinas, que não libera o alvará para a unidade entrar em operação.

O prédio do antigo Hospital Nossa Senhora do Rosário abriga desde o dia 13 fevereiro de 2016 moderno Centro de Hemodiálise, dando a Campo Limpo Paulista um status alcançado por poucas cidades: apenas 350 dos 5.561 municípios brasileiros dispõem de tal equipamento público de saúde.

O Centro de Hemodiálise é resultado de Parceria Público-Privada (PPP), ou seja, o município fez a concessão do espaço à Clínica de Nefrologia de Franco da Rocha, responsável pelas reformas e adaptações necessárias para a instalação dos equipamentos, e o Ministério da Saúde garante o repasse mensal de recursos para cobertura dos custos do tratamento dos renais crônicos do município e da microrregião de Jundiaí.

A unidade conta com 25 máquinas de hemodiálise, para atendimento de 49 pacientes de Campo Limpo Paulista, 55 de Várzea Paulista e outros 18, de Jarinu. Como os equipamentos garantirão a terapia substitutiva a 75 pessoas por dia, haverá um turno livre para mais 20 pacientes do Aglomerado Urbano de Jundiaí.

Lamentavelmente, decorridos 10 meses de sua inauguração, o Centro de Hemodiálise ainda não entrou em operação, por conta da burocracia e da falta de sensibilidade dos responsáveis pela Diretoria Regional de Saúde-7, de Campinas.




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