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Tempo de esperança e coisas boas

2015 veio com tudo. Abriu um buraco negro pelo qual foi possível espiar o turbilhão de coisas mal resolvidas que vamos levar para 2016. Essa avalanche social, econômica, política, passou não só pelo Brasil – como alguns pessimistas insistem em nos dizer.

Infelizmente, o ano foi terrível pelo mundo a fora! Atentados terroristas, desastres naturais, epidemias, refugiados de guerra, corrupção, corrupção e mais corrupção. Isso para não falar da…corrupção!- E para quem mora no famoso país tropical: um lava jato de água bem fria para atingir em cheio a esperança de quem pensou que fosse gozar dos tempos “áureos” prometidos pela turma do PT. Mas, fiquem tranquilos meus amigos, vou deixar a retrospectiva negativa para a mídia sensacionalista. Meu intuito hoje é trazer à memória algumas das coisas que temos para comemorar. Lembrar de todos os meios de ação que possuímos para alcançar a mudança que tanto precisamos. Resgatar alguns dos sonhos que temos abandonado em meio a tantos pesadelos. Afinal, como pai de dois filhos, não posso deixar de ter esperança.

Não posso permitir que não haja mais força para lutar por um país para as nossas crianças. E acredito que não há época melhor para esse resgate do que o Natal.

Para cada tentativa de atentado também houveram pessoas de bem que se mobilizaram. Que lutaram contra o preconceito generalizado e também promoveram a solidariedade. O desastre que entristeceu a cidade de Mariana, uma tragédia sem precedentes, também nos mostrou como a organização e ação da população pode mobilizar um país inteiro para o bem. A operação Lava Jato, entre outras, trouxe à tona verdades que precisavam ser reveladas e levou as vozes do povo para as ruas.

Em Jundiaí, minha terra querida, completou um 360 anos, sendo considerada graças ao trabalho de diversas administrações públicas e, principalmente, graças a seus cidadãos , o posto de terceira melhor cidade do Brasil para se morar. Ganhou também lindas homenagens, que enalteceram o nosso carinho e orgulho por essa cidade, que merece sempre andar nos trilhos.

É preciso ter esperança, meus amigos! Esquecer o time pobre de ideias, pouco criativo. Vejam o Palmeiras na Vila Belmiro na final da Copa do Brasil, o time estava com um espírito diferente de outros, apresentou uma proposta de jogo concreta, colocando a bola no chão, trabalhando o passe. Foi assim que nasceu o primeiro gol, foi desse jeito que conquistamos a vitória. Viram? O Corinthians nem se fala hein, este ano deu show, mas vai encontrar pedreira na Líbertadores (risos).

É hora de repensar as estratégias e os jogadores, de unir forças com a bola no chão, com paciência e resiliência.

Desejo que o espírito natalino possa nos revigorar. Boas Festas e um Feliz Natal!

Ricardo Benassi

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